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Emílio, o Cowboy do Asfalto


Emilio Dalçoquio Neto, nascido em 30 de junho de 1965 (exatamente no dia do caminhoneiro), em Itajaí - SC - Brasil.

Foi o primeiro filho do casal Augusto Dalçoquio Neto e Edemir de Souza Dalçoquio, seguido por seus irmãos Maria Regina Dalçoquio, Isabel Cristina Dalçoquio e Augusto Emilio Dalçoquio.

Maiores informações sobre a origem do nome "Dalçoquio", vide site www.dalcoquio.com.br.

Foto em alta resolução para imprensa

Dos sete anos de idade aos 10 anos foi lavador de banheiro do posto Irmaos Dalçoqio (no trevo entre Itajai e Blumenau-SC).

Dos 10 anos aos 13 foi frentista e ajundante de lubrificador.

Dos 13 anos aos 17 foi mecanico de caminhoes, onde aprendeu a trabalhar no meio da graxa sem se sujar muito.

Aos 14 anos começou a estudar música tocando trumpete (pistão) e aprendeu a diferença entre barulho e música.

Ao entender a música na sua mais pura profundidade conheçou as trilhassonoras dos filmes de faroeste na decada de 60 feitas pelo magníficomaestro italiano Ennio Morricone.
clique aqui e VEJA O AUTOGRAFO DE ENNIO MORRICONE ESPECIALMENTE PARA A COWBOYS

Emilio e Seu ídolo: Ennio Morricone - Saiba mais

Ennio Morricone (natural de Roma) fez as trilhas sonoras para os filmes dirigidos por outro italiano: Sergio Leone

Sergio Leone também natural de Roma revolucionou o estilo Western criando o anti-herói interpretado por Clint Eastwood, Charles Bronson e Lee Van Cliff, através dos grandes "Closes" e de um novo estilo de roupas e figurinos, saindo da tradicional camisa quadriculada e roupas "limpinhas".

Os filmes de bang-bang italianos filmados na Itália e no sul da Espanha foram impressionantes ao ponto de revolucionar o já desgastado filmes de faroeste norte americano.

Os filmes: Era uma vez no oeste, Por qualquer dolares a mais, Tres homens em conflito (the good , the bad and the ugly ), Keoma,Ringo,Trinity ,Django são algum exemplos que os europeus faziam o estilo Western ser igual e muitas vezes melhor que os proprios norte-americanos.

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Qual a diferença ente o Faroeste Italiano e o Norte Americano?

Este choque de estilo (europa x america) e principalmente as trilhas sonoras feitas por Ennio Morricone fez com que Emilio encontra-se neste estilo o seu verdadeiro "eu", isto é : o estilo de poucas palavras e muita ação.
Onde primeiro se faz, depois se fala.
Onde a liberdade está no fato de enfrentar os problemas de frente seja qual for.
Onde os problemas sao resolvidos pelas proprias mãos e não deixar se abalar por pouca coisa.

E com relaçao ao mundo da musica é muito comum ,neste momento, Emilio estar "viajando" junto com estes 007 feras:

001- A hipnótica  irlandesa : Eithne Ni Bhraonain ,mais conhecida como  : Enya;

002-Os montros  Ingleses do conjunto : Pink Floyd;

003-O caminhoneiro mais famoso do mundo:   Elvis Aaron Presley maisconhecido como:
 Elvis Presley ;

004-O mago das teclados, o Ingles: Rick Wakeman (em especial : Viagem ao centro da terra);

005-O mago japones : Masahari Takahashi, mais conhecido como:  kitaro : (em especial a trilha sonora do filme: Entre o ceu e a terra);

006-O mago grego:   Evanghelos Odyssey Papathanassiou, mais conhecido como:  Vangelis( em especial a trilha sonora do filme: 1492 :a descoberta do paraiso )

007-O mago Alemao : Hans Zimmer (em especial a trilha sonora do filme: Gladiador )  .

Percebe-se  que sao  musicas que dificilmente tocam nas radios a todo momento.

Pois sao musicas e nao barulho...

Aos 15 anos iniciou na Boléia de um FNM (Fabrica Nacional de Motores) 180 e 210.

Estes F.N.M. tinham duas alavancas de câmbio: uma servia normalmente como câmbio(embaixo ao lado do capô do motor). A outra alavanca de câmbio, conhecida como "bigode" era localizado no painel (a direita), servindo como reduzida, portanto para fazer a troca das marchas, era um verdadeiro exercício, muito curioso:
O cotovelo do braço esquerdo ,normalmente segurava o volante e ao mesmo tempo puxava o "bigode" do painel para baixo ou para cima, enquanto a mão direita empurrava o câmbio para frente ou para trás.
Enfim, no cruzamento dos braços, no momento de cambiar, formavam um "X".
Agora, imagine fazer estas cruzadas de marchas e braços, em uma curva fechada, chovendo, a noite, com cerração, sem acostamento, carregado e acelerando o máximo para não perder o embalo, enfim, era perigoso e divertido ao mesmo tempo.

Emílio, além de viajar com Scania modelo 110 e 111, ele também viajava com os MB (Mercedes Benz) 1519 e 1924, "caixa seca ZF.

Outra curiosidade era dirigir um Fiat 190H, com câmbio "caixa seca" Fuller, onde o posicionamento das marchas é em forma de "U", isto é :


obs.:(1)
A "1ª trator": tração e a "3ª LOUCA":leve, tinha o seu uso restrito; muitas vezes não estava nem no manual de instruções do caminhão, pois entendia-se que se fosse mal utilizada esta marcha, facilmente quebraria a caixa ou o diferencial. Esta alternativa de cambiar era somente para os que realmente sabiam cambiar.

obs.:(2)
Caixa seca é o nome do tipo de cambio que não tem anéis de sincronização, isto é, se não cambiar no tempo/giro exato do motor, não engata ou mais popular = "arranha", ou seja, na caixa seca a embreagem só serve para a partida.

As cargas transportadas eram normalmente de produtos perigosos, Derivados de Petróleo, (Gás, Diesel, Gasolina, Álcool, Asfalto), Petroquímicos (Benzeno, Xileno, Tolueno, Hexano), Corrosivos (Soda, Sulfúrico, Fosfórico, Nítrico), e Minerais (Enxofre, Pirita, Apatita), normalmente carregadas em carreta caçamba de minério variando de peso de 30 a 40 toneladas. O peso da carga líquida, geralmente varia de 24 a 28 toneladas, este peso é somente da carga e acrescenta-se a este, a tara que representa o peso da carreta vazia, mais o peso do cavalo mecânico, totalizando um peso bruto de aproximadamente 40 a 60 toneladas, até a década de 80 não havia outras alternativas de composição modal, isto é os cavalos geralmente eram no toco e não trucado.

Em 1984 e 1985 Emílio ingressou como voluntário no Batalhão de Polícia do Batalhão de Brasília.
O soldado 653, Emílio, conquistou 2 honras ao mérito, como soldado e como motorista, dirigindo um QT (qualquer terreno), um MB 1513 4X4 da Segunda Cia (COBRA) de Infantaria no Pelotão de Operações Especiais, conhecido como "PELOPES".


Em 1986, como não poderia ser diferente, sua primeira Lua de Mel foi dentro de um Scânia 112H. Carregou 26 toneladas de asfalto de Curitiba - PR para Cuiabá - MS, na volta, foi rever os amigos da infantaria em Brasilia, logo após carregou em Paulínia - SP, com destino a Tubarão - SC.


Carreteiro da classe E, com carteira para MOPP - Movimentação Operação de Produtos Perigosos.
Em 1990 Xitaozinho e Xororó fizeram a música Cowboys do Asfalto, o nome perfeito das 2 paixões de Emilio: Faroeste e Caminhão.

Emílio já cruzou na Boléia das carretas por uma boa parte deste Continente Sul Americano, de Fortaleza - CE a Montevidéu no Uruguai, de Touros - RN a Foz do Iguaçu - PR, de Palmas - TO a Ushuaia (Tierra del Fuego - Fim do Mundo) na Argentina, Chapada dos Guimarães - MT a Chuí - RS, Ponta Porá - MS a Recife - PE , sem nunca se envolver em acidentes com caminhão.

Visitou alguns países, como o Japão, e na Europa, (Alemanha, Dinamarca, Suécia e Finlândia) e China.
Nos Estados Unidos percorreu mais de 22.000 quilômetros, sempre fotografando e filmando caminhões de todos os tipos e marcas, criando assim um bom banco de dados a ponto de criar o site: Cowboys do Asfalto, para que tantos outros, que como, ele, admiram o caminhão por lazer, negócios, necessidades ou simplesmente por curiosidade.

Hoje Emílio é Diretor Operacional da Transportes Dalçoquio Ltda, apaixonado por caminhões, principalmente os treminhões da Austrália, os Off - Roads da Suécia e Rússia, os Caminhões Antigos dos Estados Unidos e os de corrida da Alemanha.
Com o Cowboys do Asfalto pretende mostrar a todos os internautas, o dia-a dia dos caminhoneiros do mundo inteiro, trocando idéias úteis, para serem colocados em prática.
Afinal "Nada é Tão Perfeito que Não Deva Ser Melhorado", e Quem tem Diesel nas veias sempre tem uma novidade para mostrar e sempre tem também a sede de novas idéias.

Com seus filhos: Django Leone, Challise, Chayenne e Dhara Pickering e sua esposa Andréa, tem como mensagem pessoal o seguinte:
"Nós brasileiros não podemos ser ingênuos em pensar que só Brasil tem problemas. Pelo contrário o Brasil ainda é um dos melhores países para se viver". Principalmente pelo seu clima, agricultura, pecuária, rios e esta geografia diversificada, uma imensa zona costeira, coberta de mata Atlântica, as suas diversas culturas e as mais belas mulheres deste planeta".


"O Brasil é um país continental de dar inveja, pelo povo, trabalhador e alegre, e principalmente pelas coisas que ainda estão por serem feitas, pois a oportunidade de novos negócios neste país é algo fora do comum".


Além disso não se deve esquecer que as melhores marcas de caminhão estão no Brasil." Por isso e por muito mais, Emílio tem orgulho de dizer quando esta em qualquer parte do mundo:
"Sou caminhoneiro, sou Brasileiro", Ainda mais quando seu aniversário é exatamente no dia do caminhoneiro (30 de junho)



Reforçando no seu dia a dia do trabalho que Cowboys do Asfalto, é a verdadeira identidade de quem tem é apaixonado por V.A.N (Velocidade - Aventura - Natureza).

Na Boléia na América do Sul Na Boléia na América do Norte Como diretor operacional da Transportes Dalçóquio Com o El colt da Cowboys do Asfalto nos princiais eventos do Brasil


Maxi Lock - a 5@ Roda Inteligente

Em 1998 na Transportes Dalcoquio foram roubados 22 cavalos mecânicos.
Somente 11 foram encontrados meses depois; isto é: 11 cavalos jamais foram encontrados, entre eles Mercedes “1935” e Scania “113”, o mais antigo tinha 4 anos de uso.

Com um prejuízo de mais de 1 um cavalo mecânico por mês, atraso na entrega de cargas, motoristas traumatizados, a sensação de estar refém dos marginais o tempo inteiro, etc... Fez com que Emílio fosse dormir com estes problemas na cabeça.

Numa certa madrugada de novembro de 1998 (três horas da manhã de sábado), veio através de um sonho (enquanto dormia) a solução.
A solução estava no Gavião da Quinta Roda.
Neste exato momento da madrugada, Emílio começou a desenhar e patentear o projeto que hoje é conhecido como Maxi – Lock (trava máxima)

Durante quatro anos, todos os tipos de testes foram realizados nos cavalos mecânicos da Transportes Dalçoquio Ltda, sempre com o total apoio da empresa:



Para saber mais detalhes da Maxi Lock, clique aqui


   
Fotos: Emílio Dalçoquio Neto

Seu ponto de vista sobre Trucks, será dividido em duas etapas na sua vida: A.C. e D.C.
Isto é:
Antes da Cowboys e Depois da Cowboys
   

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