Cowboys do Asfalto

Garagem

Scania Longline

Scania Longline

O Scania CR32T 164L Longline e Scania EXC 164L Longline "série limitada", modelos semi-reboque, combinado com motor 580 hp V8 e sistema automático de marchas (Scania Opticruise). Tração 4x2, 6x2, 6x2*4 (rear-steer) e 6x4 para o Scania CR32T e tração 6X2 para o EXC Longline, o comprimento da gabine é igual ao do Scania Bicudo (T), isto é, foi acrecentado no modelo frontal mais 1,30 m para trás da gabine, ficando com altura interna de 2,30m.

Equipamentos:

Scania Longline (Rascunho)
  • Ar Condicionado
  • Aquecedor
  • Pequena Pia e Caixa d`água
  • DVD e TV Wide Screen Slim (Tela Plana)
  • Refrigerador e Cafeteira Eletrica

Scania CR32T

Scania EXC (Concept Interior)

A História da Scania

Desenhistas com visão de vanguarda: O caminhão T do futuro

"Embora a nova forma exterior seja robusta, os clientes da Scania reconhecem as linhas tradicionais. Os estudos do futuro caminhão “bicudo”, expostos na IAA de 2002, conciliam tradição e evolução".

Veículo T

O veículo T, “bicudo”, tem um volume de venda limitado na Europa, porém representa um símbolo de identidade para a Scania. Ele reflete força e prestígio. O motorista pode imprimir força sem precisar utilizar todo o comprimento de carga. Esse veículo demonstra que seu proprietário tem recursos para dispôr de uma cabina com piso liso e um assento confortável e prestigioso para o motorista.

Como a herança dos caminhões“bicudos” do século XX pode ser legada ao século XXI? Alguns desenhistas da Scania receberam a incumbência de fazer um estudo de um conceito para duas ou três gerações futuras, levando em consideração o veículo T como ponto de partida. O chefe desse projeto, Ola Pihlgren, e sua equipe começaram a recolher material visual abstrato e concreto para estimular as discussões.“Nessa fase, não olhamos apenas para automóveis e caminhões.

Tentamos compreender a sensibilidade e a expressão. Por exemplo, qual é o tipo de navio que lembra mais um caminhão de tração? Talvez não sejaa possível comparar um caminhão com as linhas delgadas de um cruzador, mas sim com uma barcaça de transporte, confiável e forte”.

Scania Longline

A primeira fonte de inspiração no estudo do conceito foi a cultura de “personalização” vigente nos Estados Unidos e na Europa, onde o próprio cliente, insatisfeito com a produção em massa e querendo se diferenciar, faz o acabamento do veículo. O caminhão passa a ser o portador de uma imagem individual. “Decidimos também utilizar vários elementos encontrados em muitas caminhonetes da década de 1960. Os caminhões não são trens expressos idealizados para velocidades acima de 200 km/h”. Esta pesquisa ocupou muito tempo do grupo de desenho industrial.

O importante foi encontrar novos “sinais” e trabalhá-los para que eles refletissem a identidade histórica dos caminhões “bicudos” da Scania. Resumindo: a finalidade foi encontrar o “espírito” Scania e transmití-lo às gerações futuras. Esboço de Caminhão Longline em T ou "Bicudo" “Olhando para essse caminhões “bicudos” podemos perguntar, qual é a linha preponderante? O que é mais e menos importante no desenho? O resultado final, Desenho de Longline exposto na feira de transporte IAA, em Hanover, mostra um versão da parte dianteira mais curta porém mais robusta do que era comum nos caminhões bicudos. A cabina, capota e chassi constituem uma unidade. A linha da capota se prolonga no corpo da cabina, aumentando o comprimento. Ola Pihlgren:“É muito importante lembrar que esse estudo de conceito foi feito por muitas pessoas para os nossos veículos em muitas gerações vindouras. Porém, um Scania T poderia ter essa concepção externa, em um período de 10 ou 15 anos. Esperamos ansiosos as reações gerais porque elas influenciarão, certamente, as decisões eventuais de desenvolvimento”.

Se o motorista puder decidir

"Quando as estradas entre a Europa e o Extremo Oriente forem abertas, será possível fazer grandes viagens de transporte entre os dois continentes. A Scania apresentou na feira de transportes IAA 2002, em Hanover, um estudo em escala natural do funcionalismo para os motoristas do futuro que pensam viver nos próprios caminhões. As reações do setor são valiosas para os construtores da Scania".

As longas viagens de 8 mil quilômetros de distância e duas semanas de duração exigirão um outro tipo de conforto, funcionalidade e segurança. Os fabricantes de caminhões têm de renovar a concepção do espaço interior da cabina, sua utilização e decoração. O conceito de decoração interior do departamento de desenho da Scania está baseado em muitas análises de clientes cujos motoristas dormem, pelo menos, quatro dias por semana na cabina do caminhão.

“Esses encontros com os clientes demonstraram que existem grandes diferenças entre a maneira atual de o motorista viver na cabina e como ele gostaria de viver”, comenta Johan Lundén, chefe de projeto e especialista em ergonomia de veículos. As atuais deteminações de comprimento e a exigüidade da cabina limitam as possibilidades de aumentar o conforto.Considerando o sistema modular atual, os especialistas em ergonomia de caminhões da Scania e os desenhistas construiram um cabinadormitório baseada no mesmo comprimento total da cabina CrewCab, que utiliza ao máximo o comprimento adicional. As exigências legais e a facilidade de acesso à direção limitam indiretamente o comprimento da cabina.

O objetivo da nova disposição do espaço interno da cabina é dar ao motorista melhores condições de descanso, depois de um longo período na direção. Tudo isso contribui mais ainda para a segurança ativa. O espaço para o motorista fica maior e o dormitório é mais acessível. A cama pode ter colchão de molas e boa altura para sentar. Pela manhã, a cama pode ser desarmada e embutida. Nesse espaço, o motorista pode fazer refeições sentado à mesa e descansar. A televisão com DVD, embutida na parede, garante o entretenimento, em qualquer localização geográfica.

A cabina está equipada com forno microondas, cafeteira, um armário com pia e água corrente e gavetas para diversos utensílios. Na parte lateral, o espaço para bagagemé de fácil acesso. Na cabina há um cofre para guardar com segurança dinheiro, cartões de crédito e outros valores.“O mais importante foi criar um espaço amplo na cabina. Evitamos técnicas sofisticadas para facilitar o espaço de locomoção e a complementação do programa de cabinas”, esclarece Johan Lundén. “Com o sistema modular da Scania é possível executar esse projeto, no momento oportuno”.

A Rota da Seda no século XXI

  • O longo caminho começa em Pausan, na Coréia, e atravessa 31 países até atingir Roterdã, na Holanda. Em um futuro próximo, os caminhões Scania poderão transportar cargas pesadas na antiga Rota da Seda, como alternativa do caminho marítimo.Há mais de meio século, diversos projetos para ressuscitar a Rota da Seda fracassaram. No mês de maio deste ano, foi tomada a decisão de terminar a última etapa de um novo sistema rodoviário asiático. Isso ocorreu 43 anos depois que os Estados Unidos sugeriram pela primeira vez a realização dessa obra para fomentar o cresciemento e a unidade da região.
  • Essa gigantesta via terá 86 etapas e uma delas é chamada de “Rota da Seda do século XXI”. A partir de Pusan, na Coréia, a via atravessa a China, Índia e Turquia, antes de entrar na Europa. O próximo passo é a assinatura de um acordo, previsto para novembro. Esse acordo regula, entre outras coisas, as especificações da estrada, os sinais de trânsito estandardizados e as diversas formas de facilitar o cruzamento de fronteiras. Os países envolvidos discutirão também um sistema de controle que permita dirigir diretamente os veículos da Europa à Ásia e vice-versa. Os vultosos custos desse enorme projeto são divididos entre o Banco Mundial e uma série de instituições financeiras internacionais.
  • A antiga Rota da Seda, com uma extensão superior a 13.000 km, foi usada durante 1.500 anos e possibilitava o abastecimento de mercados dos dois continentes com seda, porcelana, especiarias, peles, pedras preciosas e marfim.As caravanas de camelos transportavam mercadorias que influenciaram muitas culturas sob vários aspectos. O budismo e islamismo passavam de leste a oeste sem obstáculos. Os comerciantes divulgaram muitos segredos técnicos: a imprensa, a fabricação do papel, a produção da porcelana, a astronomia, a pirotécnica e a produção de vinho. A Rota da Seda foi a primeira rede de comunicação, 2.000 anos antes de que o primeiro sinal telegráfico fosse enviado.
  • A futura Asian Highway será uma rede de vias de comunicação, à semelhança da lendária Rota da Seda. A estrada mais conhecida começava em Changan (Xian), que era então a capital da China. Depois, essa via se dividia em uma rota para o norte e outra para o sul, que passava pela periferia do deserto de Taklamakan, na Ásia Central. As duas vertentes convergiam para o planalto iraniano. A Rota da Seda continuava até atingir Antioquia e Tiro, antiga cidade fenícia (Libano), metas finais, na costa leste do Mar Mediterrâneo.

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